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Apostar em objetos inusitados que anulam a mesmice e a monotonia é a melhor maneira de personalizar a sua casa do jeito que você deseja. Pensando nisso, os designers Henrique Cançado e Danilo Gomes passaram a desenvolver luminárias com design único e fazendo uso de materiais pouco convencionais na confecção das peças: a ideia deu origem à marca Tomada. Misturando arte e design, as luminárias são desenvolvidas em uma perspectiva contemporânea da criação de objetos - que não tem como resultado somente o produto, mas também a matéria-prima e os processos de criação envolvidos. Cada luminária confeccionada tem uma particularidade diferente, o que torna todos os produtos singulares. As peças costumam ser desenvolvidas após a escolha dos materiais - que fogem completamente de como são usualmente utilizados. Os mais usados são concreto, madeira, arames para apoiar fiações expostas, dentre outros. De um modo geral, as luminárias sofrem forte influência industrial em seu design e na escolha dos materiais. São produtos artesanais e, por isso, o cuidado com a qualidade do acabamento é incontestável. As peças são confeccionadas na Benfeitoria: uma casa localizada em um tradicional bairro da capital mineira, que além de oficina da Tomada, funciona também como um coletivo e espaço cultural. Os produtos da Tomada estão disponíveis à venda no bim.bon e com frete grátis - a entrega pode levar um pouco mais de tempo porque são produtos totalmente artesanais, mas a recompensa é certa: uma peça que, além de funcional, dá um toque único e especial ao seu ambiente. luminária mini-grua | luminária pão e água | luminária mecânica confira todos os produtos disponíveis aqui. imagens via Tomada
Em meio ao concreto das cidades e da correria do dia a dia, quase todo mundo já se pegou pensando em um lugar para descansar ou fazer uma pausa de alguns minutos bem no meio da rua. Buscando possibilitar o uso dos espaços públicos de uma maneira diferente, os parklets são estruturas temporárias instaladas em vagas de estacionamento como uma extensão das calçadas. São espaços para sentar, relaxar e se distrair entre as atividades do dia. Parklet no Havaí O primeiro parklet surgiu em São Francisco (Estados Unidos) em 2010. Desde então, a intervenção se espalhou pelo mundo – no Brasil, cidades como São Paulo, Fortaleza, Porto Alegre e Belo Horizonte já foram contempladas. Parklet em São Francisco, Estados Unidos Com mesas, bancos, cadeiras e até mesmo espaço para apresentações artísticas, a ideia é aproveitar a atmosfera da cidade de um jeito diferente. Barracas de hortaliças e outros serviços também estão presentes, fazendo com que todos possam utilizar as ruas de uma maneira mais humana, ativa e democrática. Parklet em Fortaleza, Ceará Qualquer pessoa, comunidade ou empresa pode implantar um parklet na sua região, mas é necessário ter autorização da Prefeitura da cidade para a instalação. Os envolvidos também devem se comprometer com os custos de montagem, manutenção e desmontagem. O espaço geralmente é concedido para abrigar os parklets por até dois ou três anos. Parklet em Long Beach, Califórnia Os parklets trazem à tona o uso do que é público nas grandes cidades. Se o espaço é realmente de todos, a sua ocupação deve trazer convívio, lazer e possibilidade de expressão para a população, deixando de ser um lugar só para os carros. Confira mais arquitetura e intervenções urbanas no bim.bon: - Mobiliário urbano: 20 projetos de parques e praças pelo mundo - Docklands Surf Park: praia artificial no meio da cidade - Cohousings: a tendência das vilas comunitárias chega ao Brasil
A vida nas grandes cidades é caótica: stress, trânsito, poluição e deveres do dia a dia. Com a correria, muitas pessoas perdem o contato com amigos e vizinhos, ou mesmo nâo têm tempo de realizar as obrigações da vida pessoal. Para tentar resolver esse problema de uma maneira ecologicamente amigável, o arquiteto Rodrigo Munhoz está reunindo um grupo para criar a primeira Cohousing brasileira em Piracicaba - São Paulo. Takoma Cohousing, Estados Unidos Surgidas na Dinamarca nos anos 60, as Cohousings - ou vilas comunitárias em português - são moradias onde cada família possui seu apartamento ou casa individual, mas a maioria dos espaços e experiências são realizadas de maneira coletiva. Lavanderia, biblioteca, refeitório, sala de TV e espaços de lazer são divididos entre todos os moradores de uma vila, o que diminui os custos com energia elétrica e água, além de criar laços de amizade e confiança entre os grupos. The Threshold Centre, Inglaterra Nos Estados Unidos e em países da Europa o conceito de vida comunitária é mais comum do que se imagina. As Cohousings são construídas com telhado verde, energia solar, hortas e sistema de reaproveitamento de água da chuva. No Threshold Centre, na Inglaterra, até os carros e bicicletas são divididos entre os moradores da comunidade. Daybreak Cohousing, Estados Unidos As Cohousings possibilitam viver no clima de proximidade e segurança de uma cidade do interior, mas com acesso a todos os serviços que as cidades grandes oferecem. O maior contato com a natureza e com novas pessoas sem perder a individualidade também trazem benefícios emocionais e para a saúde. Southside Park Cohousing, Califórnia - Estados Unidos Apesar das vantagens, as Cohousings podem sair mais caras do que as casas e apartamentos convencionais. No entanto, os ganhos em qualidade de vida e a economia mensal com energia, transporte e alimentação acabam fazendo valer a pena investir nesse novo estilo de moradia. Saiba mais sobre arquitetura e tendências no bim.bon: - 13 mandeiras da sua casa ser sustentável - Arquitetura e depressão: como áreas mais verdes e projetos conscientes afetam nossa qualidade de vida - As 8 cidades mais inteligentes da América Latina
Conservar móveis, revestimentos e o piso é uma grande preocupação de quem decide iniciar uma reforma em casa. Respingos de tinta, massa corrida, arranhados… Sem proteção, o piso pode sofrer diversos danos que, muitas vezes, podem ser irreparáveis. Por isso, o bim.bon separou dicas para te ajudar a proteger seu piso da maneira ideal na hora de renovar o seu espaço. Para reformas maiores, as tradicionais peças de papelão ou plásticos bolha não deixam de ser uma opção viável - o que acontece é que, nesses casos, alguns cantinhos ainda podem ficar desprotegidos sem que você perceba. Se optar por esse tipo de proteção, certifique-se de que todos os cantos do chão estejam devidamente cobertos. A lona, embora seja uma opção barata e até muito usada, não é a proteção mais recomendável para o seu piso. Isso porque trata-se de uma superfície lisa, pouco porosa - assim, a tinta que cai na lona não é absorvida e a reforma fica bagunçada e suja. Além disso, não são muito resistentes: até solas de sapato podem provocar furos na superfície da lona. Para reformas menores, como mudar a cor de uma única parede, o bom e velho jornal ainda pode ser utilizado - mas com a mesma preocupação do papelão: lembre-se de cobrir bem todos os pontos do piso que correm risco de serem danificados. Pregue-os com fita crepe e, de preferência, corte os adesivos em pedaços pequenos. Longas tiras de fita podem rasgar-se com muita facilidade. Mas no mercado, já existem produtos específicos e com tecnologias interessantes para esse tipo de situação - a manta autoadesiva Promapiso é um deles. São peças com cola adesiva própria para pisos brilhantes, como porcelanato, granito, pisos laminados, mármore e outros de alto brilho. A aplicação é extremamente simples e você mesmo pode fazê-la. São feitas de material bem resistentes e totalmente recicláveis com um ótimo custo benefício. Uma solução mais genérica que atende a todos os tipos de piso é o Salva Piso - uma proteção especialmente desenvolvida para suprir as deficiências bem conhecidas do papelão e do plástico bolha convencional. O produto associa papel Kraft a um plástico bolha 5 vezes mais resistente do que o convencional - assim, o material é mais durável e permite que a reforma siga até o final sem que seja necessário trocar a proteção do piso periodicamente. O rolo de 30m² do Salva Piso sai por R$120 reais. Saiba mais informações no site/revenda. Procurando mais dicas para sua reforma? O bim.bon te ajuda: - 7 cuidados necessários em reformas - O que fazer antes de começar uma reforma - Como planejar seu orçamento para reformas? Veja 5 dicas imagens via: Life Hacker, Catch Light Painting, Family Handman, O Azulejista, Jlspaint
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