O maior catálogo de materiais para construção e decoração do Brasil. Preços, lojas, modelo 3d. Orçamento online ou no plugin para SketchUp. Artigos para cozinha e banheiro, portas, janelas, piso, parede, estrutura, cobertura e muito mais.
Infelizmente, seu navegador não é suportado. Podem haver bugs e inconsistências no site se você contiunar usando esse navegador. Considere baixar um navegador mais atual clicando aqui.
produtos
arquitetura
imagens via Gizmodo, Sova Objetos, Angry Little Designer Seja para criar um projeto de design de interiores ou mesmo para inspirar mudanças no nosso próprio ambiente, estamos sempre procurando referências e tendências com o que há de mais legal para dar um F5 na decoração. Passeando pela Design Weekend (veja como foi nossa experiência por lá) - , conferindo boards no Pinterest, buscando no FFFOUND, em blogs especializados - e como tudo é possível - com um bom olhar no Google Imagens, separamos nossas apostas (e nomenclaturas!) para os estilos de decoração que serão trends em 2016. Mas essa lista de 6 estilos não vem sozinha: separamos imagens de referência, texturas, produtos e dicas de lifestyle. Afinal, decoração não muda só os ambientes, mas também a nossa personalidade e a relação com os espaços. A leitura é garantia de ideias frescas ;) Confira: _serendipity Em português, serendipidade significa “descobertas feitas por acaso” ou “uma das muitas técnicas de desenvolvimento do potencial criativo que alia perseverança, inteligência e senso de observação” (via Dicionário Informal). Em decoração, nos referimos a serendipity como essa tendência minimal e delicada, que resgata alguns elementos provençais - como a porcelana branca, cerâmica e flores à mesa - e os atualiza com acabamentos crus e reaproveitamento de materiais, sem exageros. Prepare-se para beber sucos naturais em potes charmosos de geléia, sentar em móveis feitos de pallets e cultivar uma horta doméstica. Tudo nesse estilo tem um toque artesanal muito polido, que empresta muitas referências do design escandinavo - você pode ler mais sobre o estilo aqui. Os espaços são claros, amplos e têm uma paleta de cores suave. Nem mesmo os tons pastel são utilizados em excesso. Os pontos de cor são planejados e neutralizados com madeira natural e por que não? Painéis de compensado. Os pequenos jardins também encantam com suculentas e cactos, que são fáceis de cuidar. Serendipity também é sobre saber investir nos detalhes certos: os tecidos são confortáveis e os objetos são a mescla entre funcionalidade e charme: boleiras, cestas e bandejas não soam como supérfluas. O estilo de vida é simples. Os problemas são resolvidos com menos stress e mais funcionalidade e reflexão. Há uma preocupação com maneiras mais saudáveis de comer, sustentáveis de consumir e de receber pessoas em casa. Como referência imediata, lembramos do projeto Vamos Receber, dos vasos delicados da Pomelo e itens do Meu Móvel de Madeira: jardim vertical florescer - R$ 413 | multi pallet - R$ 399 | vaso cerâmica - R$ 49 Gostou do estilo? Você encontra mais referências em 6 ambientes decorados com tons pastel, Minimalismo: como essa tendência do design virou estilo de vida e 22 plantas para você cultivar no seu apartamento. fotos de itens expostos na Craft Design, Pomelo e jardim urbano da Lepri Revestimentos _FUN dsgn Paredes coloridas, referências pop e coragem para apostar no diferente. FUN dsgn é um estilo jovem e urbano, ideal para quem procura mostrar uma personalidade vibrante através da decoração. Vamos das inspirações mais clássicas, como pôsteres de Roy Lichenstein a luminárias de emojis. Mas o estilo não chama a atenção só pela estética: nunca vimos tantos objetos estampados com reproduções de Frida Kahlo, quadros com mensagens políticas e o resgate de referências tropicalistas. FUN dsgn é decoração divertida, mas também pode ser carregada de engajamento e mensagens que as pessoas gostam de estar cercadas. Associações de nichos, engradados, almofadas estampadas, móveis laqueados e objetos cheios de humor. A maioria das inspirações FUN dsgn concentram-se em um espaço de destaque, principalmente na sala de estar e/ou na cozinha. Nada impede que você inove no quarto, lavabo ou em qualquer outro ambiente. Aqui, o importante é saber dosar para que o aspecto não fique carregado. Investir em paletas diferentes com contrapontos em madeira e cores mais neutras é uma aposta certeira. Sabemos que combinar tons pode ser desafiador, por isso te ensinamos a usar o círculo cromático a seu favor e entender como é possível a mistura de roxo e amarelo dar certo, por exemplo. Vem ver. Tricô, acrílico e acabamentos brilhantes. As texturas desse estilo são ecléticas, mas conseguem encontrar equilíbrio na madeira e em tecidos mais sóbrios. Tem medo de arriscar demais no estilo divertido? Selecione alguns objetos e veja como aos poucos eles podem se encaixar sem ficar over. Outra dica pode ser pintar as paredes, colocar adesivos, lambe-lambes ou até mesmo se aventurar aplicando carimbos: azulejo flamingo - R$ 32 | estante perfil laranja - R$ 749 | rolo efeito papel de parede - R$ 149,90 Pegue mais algumas referências sobre FUN dsng nesses posts: 7 ambientes com paletas de cores inusitadas que deram certo e 4 regras antigas de decoração que você pode abandonar. imagens via Pinterest, Blogspot, Luminária de Abacaxi MEO Estudio, Sova Objetos, Painel Asbueno (com a Frida Kahlo), Objetos de Sônia Menna Barreto e Greghi Design _INC Nos anos 50, as antigas fábricas de Nova Iorque deram lugar a apartamentos e lofts.Com essa mudança -por necessidade ou estética - surgiu o estilo industrial na decoração residencial. Aqui, aquele aspecto de chão de fábrica ganha outro nível. Alguns elementos são mantidos ou até mesmo criados para resgatar esse aspecto mais cru. Pisos e paredes de cimento queimado, alvenaria exposta e madeira de demolição dão aquele aspecto despojado, que ao contrário do senso comum, envolve muito planejamento. Muito comum nesse estilo, a tubulação elétrica externa, por exemplo, deve ser pensada ainda na fase do projeto - leia mais sobre o assunto aqui. Há bastante cuidado para que esse estilo não pareça largado. A ideia do .INC é de reproduzir intencionalmente o ambiente de uma indústria, lembrar o espaço informal de um galpão, e não necessariamente denotar que não há revestimento ou qualquer tipo de acabamento. E se você está se perguntando “mas se esse estilo vêm dos anos 50, como pode ser tendência em 2016?” Bom, o estilo industrial sempre se manteve como tendência, mas é atualizado nos detalhes: paredes lousa (aprenda a fazer a sua aqui), resgate de embalagens vintage, bikes como meio de transporte + objeto de decoração e toda aquela estética hipster que a gente secretamente adora vem com tudo nesses ambientes. As cores do .INC são sóbrias, mas explodem em tons e objetos específicos. Os materiais são mais crus e privilegiam tijolos expostos e cimento, mas ainda abrem espaço para revestimentos mais formais, como aqueles azulejos retangulares parecidos com os do metrô de Londres. Para aquecer o ambiente, é sempre bom investir em tecidos confortáveis, seja no sofá, mantas, colchas e/ou tapetes. A iluminação também pode deixar esse aspecto de fábrica mais acolhedor, principalmente com acabamentos como cobre, outra tendência para sair da mesmice do prata/dourado - e que ainda mata bactérias. Veja algumas sugestões de produtos no maior estilo .INC: luminária encano - R$ 270 | cimento queimado pronto - R$ 79 | luminário de teto aglomerado - R$ 340 Apaixonou pelo estilo? Veja mais em Design Industrial: tudo sobre essa tendência em 27 imagens, Loft Industrial do arquiteto Diego Revollo e Sem paredes: tudo o que você precisa saber sobre plantas livres e projetos sem divisórias. imagens via Studio Guilherme Torres, Decorology, Interiors by Studio M, Luminoso Asbueno, Cerâmicas e Luminárias Wish House _low poly Nós já tínhamos um palpite forte para essa tendência no post ‘Padrões geométricos: 15 imagens e dicas para você adotar o estilo em casa’, inspirados em uma estética popular no design gráfico: o Low Poly - que é basicamente a transformação de objetos e/ou fotos complexas em polígonos com paletas de cores sensacionais - você pode conferir alguns projetos no Dribble e no Behance. Das telas dos designers, a geometria volta a dominar os interiores: você vai encontrar papéis de parede estampados, pôsteres, padrões de azulejos triangulares, revestimentos hexagonais e até mobiliário obedecendo ao Teorema de Pitágoras. O estilo parece ser essencialmente divertido, principalmente pelos esquemas de cores vivas aplicados com frequência. Mas os padrões geométricos podem ganhar um aspecto mais sóbrio e moderno ao apostar em tons acinzentados e materiais mais “formais”, como cimento e madeira. A tendência é muito reforçada pela inovação nos materiais: encontramos padrões em madeira, ladrilhos que não obedecem proporções de 20x20, móveis de papelão e revestimentos em relevo. É difícil errar quando se trata da exatidão dos polígonos, mas é recomendável dosar a quantidade de padrões e cores utilizados. Outro detalhe que soa mais como um cuidado é: atenção para as arestas nas superfícies - espaços de grande circulação, com animais e ou crianças, precisam de vértices levemente arredondados para não causar acidentes. Confira alguns produtos Low Poly no bim.bon: luminária muda - R$ 360 | banqueta trapézio - R$ 90 | luminária urbano - R$ 490 Quer entender um pouco mais sobre como aplicar o estilo? Dá uma olhada nos posts 'Decoração com mosaico de azulejos diferentes', 'Revestimentos em relevo: 9 ideias para o seu projeto' e confira 'Designer alemã cria textura flexível de madeira e tecido'. imagens via Blogger, Guto Requena, Stone Source, Pinterest _clássico Não confunda: quando falamos de estilo clássico, não queremos lembrar de colunas gregas ou grandes aplicações de mármore Carrara. Nesse sentido, recomendamos a leitura (com uma pitada de humor) do artigo do arquiteto Guto Requena para a Folha de S. Paulo - 'Como ter uma casa cafona em 5 passos' ;) Gostos à parte, o clássico como tendência remete muito mais à conservação dos espaços, principalmente os de inspiração modernista. Nesse estilo, a ideia é investir (bastante) em peças icônicas e atemporais, principalmente em mobiliário: cadeiras Eames, poltronas do Sergio Rodrigues, mesas Tulipe e objetos assinados por designers marcam os ambientes, sem forçar ostentação. Além da restrição econômica (uma banqueta do casal Eames original pode custar R$ 1.416, como preço inicial), talvez a maior marca desse estilo seja exatamente esse conhecimento de quem assina as peças, no maior jeito memético de “entendedores entenderão” - profissionais do ramo e moradores valorizarão o design e o investimento feito nos objetos. Mas o estilo clássico não deve ser resumido no verbo “gastar”. Preservar também é palavra de ordem: restaurar tacos de madeira, reforma de móveis e projetos de retrofit (não sabe o que é? Confira.) buscam a permanência desse estilo. A paleta de cores segue o trio infalível: preto, branco e marrom em diferentes intensidades, sem abandonar as cores e acabamentos naturais. Leia mais sobre essa referência aqui. Madeira, couro, ardósia e acabamentos naturais são acompanhados de tecidos nobres e confortáveis ao toque em sofás e cortinas. Veja algumas opções interessantes do estilo clássico: poltrona lcw - R$ 1.149 | sofá nickel - R$ 10.500 | mesa tulipe - R$ 3.515 Quer uma consultoria em design clássico? Confira o post ‘Bom gosto e mau gosto: o que os define e porquê eles importam’, ‘3 ícones de design de cadeira’ e ‘Como escolher o melhor sofá’. imagens via Revista Casa e Jardim, Trendser, Casa Abril, Avon Valley Glass, Architonic e Design Tendência _BR Tentar sintetizar o design de interiores contemporâneo feito no Brasil em uma única tendência é, no mínimo, um desafio. Já falamos em Brasis no plural, temos uma seção de portfolio rica em projetos variados e todo dia aparece algo novo e criativo para redefinir o que é o lar brasileiro. Para não resumir nem subestimar a produção nacional, vamos só apontar o que vimos de mais recorrente: espaços integrados, pontos de cores fortes, madeira sólida e valorização do que é feito no país. Combinado? Vemos lajes extensas, poucas divisórias, pilotis e princípios da arquitetura de mãos dadas com as escolhas feitas nos interiores brasileiros. Os espaços amplos recebem muita luz e são complementados com móveis robustos, plantas e objetos decorativos. Aliás, esqueça qualquer impressão negativa sobre artesanato - as peças BR são bem acabadas e utilizam materiais bem brasileiros, como cerâmica, palha, capim-dourado e uma variedade impressionante em tecidos. Estes móveis e acabamentos mais sóbrios não escapam de um toque de cor. Almofadas, pufes, plantas, tapeçaria… Há sempre algo que fará o ambiente ser vibrante, na medida certa. As texturas são mais naturais e percebemos certa preferência pela cerâmica artesanal e revestimentos nacionais, como o cobogó - saiba tudo sobre essas peças nesse artigo. As inovações não param no design de produto brasileiro. Durante a Design Weekend! tivemos a oportunidade de conhecer os protótipos vencedores do Salão Design 2015 e de fazer uma visita guiada pela ,ovo loja que concentra o trabalho que entrelaça design e arte assinado por Luciana Martins e Gerson de Oliveira. Veja algumas peças made in BR no bim.bon: mini grua - R$ 260 | jogo de xícaras - R$ 299 | cachepô carrinho - R$ 79 Quer abrasileirar seu espaço? Leia também ‘Arquitetura Brasileira além da Copa’ e confira os projetos assinados por profissionais brasileiros. imagens Nelson Kon, Fernando Guerra, Zoom Urbanismo, David Worsley, Del Favero Foram 6 tendências e muitas referências que também funcionam juntas para você criar espaços únicos. E depois desse dossiê completo, conta pra gente: qual a sua tendência preferida? Lana Kantor | Redatora Padawan entre palavras, heavy user de referências de cultura pop, nem tão sutis tentativas de colocar um pouco de humor e gentileza no mundo. Em constante batalha contra o hábito de ver séries sem parar, começando a partir do próximo episódio. | lana@bimbon.com.br
Escolher quais cores utilizar na hora de renovar a decoração de casa não é tarefa fácil - principalmente quando gostamos de cores muito diferentes ou não temos nem ideia de por onde devemos começar. Pensando nisso, separamos algumas dicas de decoração baseadas em três cores-chave: o preto, branco e o marrom. Mas calma! Não significa que você só possa utilizar essas cores para decorar a sua casa, muito pelo contrário, significa imaginá-las como base na hora de pensar as outras tonalidades de objetos, paredes e mobílias, caso você tenha medo de arriscar ou fazer uma mudança drástica na aparência de casa. Confira: _Preto Elegante e sóbrio, o preto pode ser aplicado na decoração de maneira descomplicada e sem entrar em conflito com as demais cores e objetos do ambiente. Para não deixar o espaço com o ar muito ‘fechado’, a dica é não apostar apenas no preto puro, mas também nos tons de cinza escuro e claro. Se o sofá ou o piso são pretos, por exemplo, coloque algumas almofadas coloridas ou utilize mobílias com madeira mais clara. _Branco Assim como o preto, o branco também é curinga quando o assunto é decorar ambientes residenciais e comerciais. Para não deixar a casa sem graça e com cara de hospital, vale apostar no cinza claro, tons de creme e no famoso ‘nude’. O ambiente mantém sua leveza e continua ganhando em espaço, luminosidade e elegância. Cortinas, mantas de sofá e a tendência das porcelanas brancas são uma ótima opção de aplicação do branco e suas variações. No caso das paredes, aqui tem tudo que você precisa saber antes de usar a cor para pintar a casa inteira. _Marrom Marrom não é a primeira cor que pensamos na hora da decoração. O tom é considerado feio por muitas pessoas, mas não também não é preciso utilizar o marrom puro - tons de caramelo, bege, caqui e terracota. Essas variações do tom deixam o ambiente mais aconchegante e clássico, e você pode utilizá-las na mobília, pisos de madeira ou cerâmicos e até mesmo na pintura de uma ou todas as paredes do cômodo. Lembre-se que o importante é deixar a sua imaginação e personalidade fluírem para transformar o lugar onde você mora em um ambiente agradável. Aproveite e dê uma olhada nesse post aqui e entenda como a combinação de cores funciona para o design de interiores. imagens via Interior Zine, Decobizz, Endecoration, Home Editorial, Furniture Trends, Gak City, Top Interior Design, Comeflip Leia também: - 7 ambientes com paletas de cores inusitadas que deram certo - 4 regras antigas de decoração que você pode abandonar - Transforme sua casa se livrando dessas três coisas Nadine Figueiredo | Redatora Nadine é mineira e fotógrafa. Apaixonada por filmes de terror e pelos Anos 80, procura deixar um pouco de leveza e amor por onde passa. | nadine@bimbon.com.br
Desde que a internet começou a ser parte indispensável do nosso dia a dia, cada vez mais os arquivos pessoais e profissionais vêm sendo salvos nas chamadas “nuvens”: uma maneira de subir documentos digitais sem correr o risco de perdê-los caso o computador sofra algum tipo de dano. Por isso, trabalhar direto do conforto do lar vem sendo uma opção muito viável, já que o funcionário pode acessar os arquivos necessários só com a internet. Mas vários mitos e preconceitos sobre home office ainda existem - por isso, pesquisamos essa prática para esclarecer quais são as vantagens e as desvantagens de fazer da sua casa o seu local de trabalho. Chefes de empresas costumam questionar o home office por dois principais motivos - primeiro porque imaginam que compromete a produtividade do funcionário e segundo porque o subordinado está longe do alcance dos olhos do patrão, livre para ter o ritmo de trabalho que bem entender. Assim, gerentes ou donos de empresa não conseguem ver vantagem em permitir que os funcionários trabalhem de casa. No entanto, algumas pesquisas apontam que, ao contrário do que pensa a maioria, o home office é capaz de aumentar a produtividade, além de contruibuir para a qualidade de vida do funcionário. Nos Estados Unidos, cerca de 10% da população economicamente ativa tem pelo menos um dia de home office por semana. Partindo desses dados, a Universidade de Stanford resolveu investigar - uma empresa de telemarketing submeteu 250 funcionários a um teste: uma parte dos participantes trabalharia de casa por 4 dias da semana, enquanto o outro grupo ficaria 9 meses no escritório, seguindo a rotina normal. Como conclusão, o grupo de pessoas que trabalhou de casa teve uma performance 13% superior do que de costume. De acordo com a análise dos resultados da pesquisa, isso se deu porque os funcionários ficaram menos doentes, faziam menos pausas e aproveitavam o ambiente mais calmo para fazer um maior número de ligações por dia. No Brasil, 36% das empresas adotam o modelo de trabalho em casa e, segundo uma pesquisa feita pela SAP Consultoria em Recursos Humanos, os funcionários que fazem home office apresentam em média 30% mais produtividade do que aqueles que se deslocam até a empresa. Esse modelo também permitiu que mulheres ficassem mais próximas de seus filhos após a maternidade e virou um fator de atração para as mães que desejam continuar trabalhando enquanto cuidam de perto dos filhos. Flávia Horta Sad, formada em design de interiores e mãe de 3 filhos, escolheu adotar essa prática principalmente por causa das crianças. “A princípio, o que me levou a trabalhar dentro de casa foi a correria que tinha que manter para conciliar as crianças, as obras e o escritório. Trabalhar em casa, economizava um pouco meu tempo, além de me manter mais próxima dos filhos, tarefas de casa, etc.”. Flávia largou o design de interiores e trabalha com papelaria personalizada há 6 anos. Além disso, Flávia ainda lista alguns benefícios e as dificuldades do trabalho de casa: “(...) um deles é a economia de tempo, já que as horas de trânsito não existem. Isso inclusive torna o dia a dia menos estressante. Outro é a economia financeira, já que aluguel, gasolina, alimentação, impostos - tudo isso deixa de existir. O mais difícil é saber dosar o tempo de trabalho diário, pois muitas vezes acabo trabalhando até bem tarde ou nos finais de semana.”. Então, devemos entender que a palavra de ordem para que o home office funcione é disciplina. Estar dentro de casa e conseguir ter força de vontade para resistir às distrações ou para administrar bem o tempo de trabalho não é tarefa fácil. Evite trabalhar no quarto em que você dorme ou na sala de televisão - é fundamental que ambiente de trabalho e ambiente para relaxar não se misturem. Isso porque a seriedade com a qual encaramos nossas tarefas profissionais pode tensionar a energia do seu quarto. Além disso, se você precisar fazer uma videoconferência com um cliente, é importante que você, mesmo que em casa, esteja em um ambiente minimamente sério. Murilo Terra, representante comercial, trabalha em casa há 2 anos e dá dicas do que você deve evitar para manter o profissionalismo no home office. “Se você tem como tarefa falar com o cliente, seja via Skype ou por telefone, o local de trabalho não pode ter interferência de terceiros, como cães, interfones, música ou TV. Aparecer alguém atrás de você na cozinha fazendo tarefas durante o atendimento via videoconferência é inconcebível”. Murilo ainda aponta pontos importantes para que o seu home office funcione: “Duas coisas são importantíssimas: internet e computador rápidos, pois se não for assim o trabalho não rende e você acabará ficando nervoso. Energia elétrica, iluminação, comunicação e conforto são fundamentais para um bom desempenho da função - nunca deixe de lado essas coisas. Um telefone mais ou menos não resolve.” Mesmo que sua casa não tenha muito espaço, é fundamental que você reserve um cantinho para guardar tudo o que você usa e precisa para trabalhar - computador, documentos, materiais, entre outros. Organização é, sem dúvida, um dos pontos mais importantes para que o home office funcione perfeitamente bem. Para a consultora em gestão humana Andrea Piscitelli, trabalhar em um lugar desorganizado, poluído e que cruza informações profissionais com pessoais pode atrasar o processo de produção e aumenta a chance de distração. Com organização, disciplina e disposição, trabalhar do conforto do seu lar pode, portanto, te proporcionar um aumento considerável na qualidade de vida, diminuir o nível de estresse e contribuir para o seu rendimento profissional. O entrevistado Murilo Terra ainda afirma que “coisas materiais se adquire - mas educação, compromisso e vontade de fazer bem feito é inerente ao ambiente em que se trabalha”. leia mais: - como iluminar seu escritório: 5 dias indispensáveis - para dois: 22 ideias para dividir home offices, escritórios e espaço de estudos - aprenda a combinar as cores certas para decorar sua casa imagens via adzuna, bahia colset, pme, casadesobra, masoplanejados, móveis artwork, nada frágil, psychology today, budget break away Raquel Almeida | Redatora Raquel é mineira e apaixonada por cinema. Divide sua atenção entre filmes, livros e cultura inútil da internet e acredita que um dia sem dar risada é um dia desperdiçado. raquel@bimbon.com.br
Que tal explorar a arquitetura do Brasil e do mundo com o bim.bon? A partir de agora, vamos levamos você para conhecer cidades e países incríveis - afinal de contas, também é possível viajar sem tirar os pés de casa. Para começar, a nossa primeira cidade é Belo Horizonte, capital de Minas Gerais e onde fica um dos escritórios do bim.bon :) Confira: A capital mineira foi primeiras cidades planejadas do Brasil. Fundada em 12 de dezembro de 1897, o projeto de criação da cidade teve como base a arquitetura modernista e foi liderado pelo engenheiro Aarão Reis. O projeto urbanístico de urbanização foi baseado na ideologia positivista da República, focando em uma cidade ordenada, iluminada e com saneamento, que rompia com as políticas e tradições coloniais de Ouro Preto, antiga capital de Minas. No entanto, a maioria dos bairros de Belo Horizonte foram surgindo sem maiores planejamentos. Aos poucos, a cidade foi crescendo e ultrapassando os limites da Avenida do Contorno, que delimitava a área da cidade no seu projeto original. Inclusive, as favelas e aglomerados de BH são todos localizados fora da Contorno - prova de que a cidade não foi pensada para o proveito de todos os moradores. Mercado Central de Belo Horizonte Elementos chaves de BH incluem uma malha perpendicular de ruas, cortadas por avenidas em diagonal e quarteirões de dimensões regulares. Outro aspecto interessante do projeto original é a abundância de parques e praças, e um grande parque na sua área central. Cine Teatro Brasil | Praça 7 - Rua dos Carijós, 258 - Centro _Cine Brasil Em 1932, foi inaugurado o Cine Teatro Brasil, bem no centro da cidade, na Avenida Afonso Pena. O edifício foi o mais alto da capital durante um bom tempo, com seus 11 andares e um mirante no terraço. Projetado pelo arquiteto Alberto Murgel, o Cine Brasil foi o primeiro de BH construído no estilo Art-Déco (entenda mais sobre o estilo aqui). Cine Brasil e Obelisco da Praça Sete Além do teatro com 1.827 lugares, o cinema também era o local de trabalho de grandes médicos, advogados e empresas de Belo Horizonte, além de ter abrigado o primeiro Restaurante Popular, inaugurado por Juscelino Kubitschek em 1952. Recentemente, o Cine Brasil foi restaurado e voltou a fazer parte do cenário cultural da cidade. Casa do Baile | Av. Otacílio Negrão de Lima, 751 - Pampulha _Complexo da Pampulha Construído pelo ex-prefeito Juscelino Kubitschek nos anos 40 com o objetivo de modernizar a região da Pampulha, o Complexo da Pampulha é um incrível símbolo do Movimento Modernista no Brasil. Igreja da Pampulha | Av. Otacílio Negrão de Lima, 3000 - Pampulha O complexo contou com os trabalhos do arquiteto Oscar Niemeyer, do paisagista Burle Marx e do pintor Cândido Portinari. Os monumentos são o Iate Clube, o Cassino, a Casa do Baile e a Igreja São Francisco de Assis, popularmente conhecida como Igreja da Pampulha. Estádio Mineirão | Avenida Antônio Abrahão Caram, 1001 - Pampulha _Mineirão Inaugurado em 1965, o Estádio Governador Magalhães Pinto é o quinto maior do Brasil e também faz parte do Conjunto Arquitetônico da Pampulha. Em 2014, o Mineirão - como é carinhosamente chamado pelos mineiros - foi o segundo estádio do mundo a receber o certificado ambiental LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), concedido pelo Green Building Council Institute. Parte dos recursos para tirar do papel o projeto de Mineirão veio da própria população - 10% do valor de cada bilhete de Loteria vendido seria destinado às obras do estádio. A superestrutura – uma falsa elipse com 275 metros no eixo maior e 217 metros no menor - desfiou a construção civil da época. Em 2010, o Estádio foi fechado para reformas de adequação para a Copa do Mundo de 2014 - o Mineirão também foi palco da eliminação da Seleção Brasileira do campeonato com o já clássico “7 a 1” contra a Alemanha. Praça da Liberdade | Bairro Lourdes _Praça da Liberdade Projetada para centralizar o poder executivo de Minas Gerais, a Praça da Liberdade possui um conjunto de prédios e estruturas que passam pelo moderno, pós-moderno e art-déco. Atualmente, os edifícios políticos deram lugar ao Circuito Cultural Praça da Liberdade, onde é possível visitar todos os edifícios e fazer uma viagem completa e sensorial pela arquitetura e história de Minas e do Brasil. Conjunto JK | Rua dos Timbiras, 2500 - Santo Agostinho _Edifício JK Projetado por Oscar Niemeyer, o Conjunto Governador Juscelino Kubitschek foi inaugurado em 1970 como solução para “atenuar a crise de moradias que afetava a classe média, proporcionando habitações de alto padrão a custos muito baixos”. O edifício é composto por dois blocos que ocupam dois quarteirões e possui duas torres de apartamentos que se elevam sobre plataformas, sendo o 4° maior da capital mineira. Ao todo, o JK possui 1.086 apartamentos e cerca de 5 mil moradores - os tamanhos dos apartamento também são variados, indo desde apenas um quarto até três quartos e área de serviço. Viaduto Santa Tereza | Avenida Assis Chateubriand, 809 - Centro _Viaduto Santa Tereza Construído em 1929 pelo engenheiro Emílio Henrique Baumgart, o imponente viaduto foi uma das primeiras construções do Brasil a utilizar o concreto armado. Com 390 metros de extensão, 13 metros de largura e 14 metros de altura, o Viaduto foi tombado como Patrimônio Cultural na década de 90 e faz parte do conjunto arquitetônico da Praça da Estação, interligando os bairros Floresta e Santa Tereza ao centro de Belo Horizonte. Os arcos do Viaduto Santa Tereza também são símbolo da capital mineira. A região do Viaduto é contraditória: é palco de festivais culturais e da vida boêmia mas também abriga pessoas em situação de rua, usuários de drogas e pessoas esquecidas pelo processo de expansão da cidade. Belo Horizonte possui incontáveis pontos arquitetônicos que vale a pena conhecer - esses foram só alguns para te deixar com curiosidade. Tem alguma dúvida ou sugestão de lugares com arquitetura legal? Conte abaixo nos comentários ou escreva um e-mail para ola@bimbon.com.br. imagens e informações via Cine Theatro Brasil, Ligia Fascioni, Panoramio, Árvore de Comunicação, Férias pelo Brasil, Blog Favoritos. Leia também: - 7 coisas incríveis que a Impressão 3D já faz pela Arquitetura - As 8 cidades mais inteligentes da América Latina - Conheça Shibam: a primeira cidade verticalmente planejada da história Nadine Figueiredo | Redatora Nadine é mineira e fotógrafa. Apaixonada por filmes de terror e pelos Anos 80, procura deixar um pouco de leveza e amor por onde passa. | nadine@bimbon.com.br
projetos de usuários
Mostrar mais
bim.bon é um projeto apoiado pelo Programa Subvenção Econômica FINEP / MCTI.
produtos
  • renomear
  • novo projeto